Patrocinado

Ausência de Lionel Messi no regresso da seleção argentina gera reações entre adeptos após vice-campeonato do Mundial 2026

A decisão de Lionel Messi de não regressar à Argentina juntamente com a restante delegação da seleção, após o vice-campeonato da Copa do Mundo de 2026, provocou reações divididas entre os adeptos argentinos. Enquanto a Associação do Futebol Argentino (AFA) esclareceu que os jogadores estavam autorizados a seguir diretamente para os seus clubes ou iniciar o período de férias, muitos torcedores manifestaram desilusão por não verem o capitão no tradicional regresso ao país.

Depois da derrota da Argentina na final do Mundial, Messi optou por viajar diretamente para Miami, nos Estados Unidos, acompanhado pelo médio Rodrigo De Paul, em vez de embarcar para Buenos Aires com o restante grupo da seleção.

A decisão rapidamente tornou-se um dos temas mais comentados nas redes sociais e nos programas desportivos argentinos, sobretudo porque centenas de adeptos aguardavam a chegada da equipa no Aeroporto Internacional de Ezeiza para prestar apoio aos jogadores, apesar da derrota na decisão do título.

Segundo informações divulgadas pela imprensa argentina, a AFA autorizou previamente todos os atletas a definirem os seus próprios destinos após o encerramento da participação no Mundial. Dessa forma, aqueles que desejassem regressar diretamente aos seus clubes ou iniciar as férias não eram obrigados a acompanhar a delegação até Buenos Aires.

Apesar dessa autorização oficial, muitos adeptos consideraram que a presença de Messi teria um significado simbólico importante. Para parte da torcida, o capitão deveria regressar ao país juntamente com os restantes companheiros, como forma de agradecer o apoio recebido ao longo da competição.

Outros torcedores, contudo, defenderam a decisão do craque argentino. Nas redes sociais, vários adeptos lembraram que Messi disputou mais uma grande competição internacional em alto nível, liderando a equipa durante todo o torneio e acumulando enorme desgaste físico e emocional.

Além disso, o jogador tem compromissos profissionais nos Estados Unidos, onde representa o Inter Miami, e aproveitou a autorização concedida pela federação para regressar diretamente ao país onde reside atualmente.

A viagem ao lado de Rodrigo De Paul também chamou a atenção dos adeptos. Os dois mantêm uma amizade próxima dentro e fora dos relvados, construída ao longo dos últimos anos na seleção argentina. De Paul tem sido considerado um dos principais parceiros de Messi no grupo e voltou a acompanhá-lo após o encerramento da campanha no Mundial.

Mesmo sem conquistar o bicampeonato mundial, a Argentina encerrou a competição entre as melhores seleções do planeta, chegando novamente à final quatro anos depois do título conquistado no Catar, em 2022.

Durante o torneio de 2026, Messi voltou a ser uma das referências da equipa, contribuindo com experiência, liderança e momentos decisivos em diferentes fases da competição. A campanha reforçou o estatuto do jogador como um dos maiores nomes da história do futebol argentino e mundial.

A ausência no regresso ao país, contudo, gerou um debate sobre o papel simbólico dos capitães das seleções nacionais após grandes competições. Enquanto alguns entendem que a decisão foi estritamente pessoal e respaldada pela AFA, outros acreditam que a presença de Messi em Buenos Aires teria servido como gesto de reconhecimento para os milhares de adeptos que acompanharam a equipa ao longo do Mundial.

Até ao momento, nem Lionel Messi nem Rodrigo De Paul comentaram publicamente a repercussão da viagem para Miami. A AFA também não voltou a pronunciar-se sobre o assunto, mantendo a posição de que todos os jogadores receberam liberdade para organizar os seus deslocamentos após o fim da competição.

Com o Mundial de 2026 encerrado, as atenções voltam-se agora para a nova temporada dos clubes e para o futuro da seleção argentina, que iniciará em breve um novo ciclo de preparação para as próximas competições internacionais.

Leia mais sobre : Espanha vence a Argentina por 1-0 e conquista a Copa do Mundo de 2026 com geração histórica liderada por Lamine Yamal

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem